"Não devemos nos culpar. Não devemos nos sentir mal por deixarmos pessoas incríveis irem embora. Isso não é para sempre. E você pode ter certeza de que aquela não será a única pessoa incrível que você vai conhecer. Talvez ela volte quando o momento for mais oportuno, talvez você se apaixone por outra pessoa quando o seu coração estiver mais leve. Não se cobre por não conseguir corresponder aos sentimentos do outro, quando tudo de que você precisa se curar e ter uma vida mais leve, parar um pouco e permitir-se desventuras em série que podem não dar em nada, livrar-se desse peso do "ter que ser" amável, amado e algo a mais. E aí, quando nos perdoarmos e aprendermos a nos tratar da melhor forma possível, talvez nos sintamos confortáveis para destrancar a tal porta da frente e deixar alguém novo entrar. Até lá, a gente aproveita a liberdade de não se pressionar a fazer isso."
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