Uma história de sangue e de poeira,
Um deserto sem luz...
(...)
E depois... o coveiro!
(...)"
Um deserto sem luz...
(...)
E depois... o coveiro!
(...)"
"Escrevo em português porque é a minha língua materna e a minha língua do coração, é a língua do meu afeto, é a língua onde eu posso traduzir os meus sonhos. (...) Só posso traduzir meus sonhos numa língua que eu chamo 'língua (des)portuguesa', porque é a língua portuguesa, mas com influência das modalidades, do ritmo, da loucura que é a língua portuguesa de Angola."