"A pior parte foi perto do fim. Um monte de gente morreu bem no fim, e eu não sabia se ia conseguir sobreviver por mais um dia. Um fazendeiro, um russo, que Deus o abençoe, viu meu estado, correu até sua casa e voltou com um pedaço de carne para mim.
– Ele salvou sua vida.
– Eu não comi.
– Não comeu?
– Era porco. Eu não ia comer porco.
– Por quê?
– Como assim, por quê?
– Porque não era kosher, é isso?
– Claro.
– Mas nem mesmo para salvar a sua vida?
– Se nada importa, não há nada a salvar."
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